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Ladrões roubam carros nos Estados Unidos com um dispositivo hacker

Ladrões roubam carros nos Estados Unidos com um dispositivo hacker 

Andar de carro ficou mais prático com a utilização da tecnologia, permitindo a ignição e a abertura do carro sem tirar a chave do bolso. Mas parece que isso anda comprometendo a segurança dos veículos, já que ladrões nos Estados Unidos estão conseguindo enganar os sistemas dos automóveis e destrancar o carro com a utilização de um dispositivo hacker.

As preocupações não param por aí. Segundo as informações da CBC/Radio-Canada, o pequeno aparelho que compromete a segurança do carro é vendido por volta de US$ 5 na internet (aproximadamente R$ 10). Com o dispositivo em mãos, os ladrões emitem um pulso eletromagnético idêntico ao da chave original, enganando o sistema do carro, que destravará as portas caso alguém tente abri-las.

A CNN noticiou casos como esses em junho deste ano, quando os furtos já eram realizados com os estranhos aparelhos. Os bandidos chegam ao lado dos carros, e, como se estivessem com as chaves reais do carro, destrancam a porta e levam os objetos de valor. A ação dos ladrões você confere abaixo na notícia do telejornal, em inglês.


Como os hackers do mal podem ficar ricos às suas custas


Nota: neste artigo, crackers (Black hats, ou hackers do mal) serão tratados apenas como hackers.

A onda de invasões nos mais diversos sites da internet assustou muitos usuários. Desde que os serviços online da Sony foram invadidos, muitos começaram a se perguntar se a rede mundial era realmente segura para que os cartões de crédito e outros dados financeiros pudessem estar armazenados nela.

Todo mundo sabe como é fácil perder dinheiro por causa dessas invasões, mas você já parou para pensar em como é complexo o processo que os hackers utilizam para roubar os usuários? Acompanhe este artigo que conta um pouco mais sobre esse sistema obscuro pelo que usuários mal-intencionados enriquecem de maneira ilícita.

Primeiros passos: roubos de dados
Essa parte é a mais conhecida pelos usuários. Hackers buscam usuários sem proteção ou que caiam nas armadilhas de phishing para que possam rodar softwares de verificação de dados no computador invadido. Dessa forma, possíveis senhas e números de cartões de crédito podem ser identificados e copiados.

Como os hackers do mal podem ficar ricos às suas custas 
Há também outras formas de realizar esse tipo de roubo. Antivírus falsos podem ser acionados pelo próprio usuário, que dessa forma permite a varredura do computador e não sabe que, na verdade, está permitindo que seus dados sejam roubados. Nesse ponto, as ações que envolvem o roubo seguem a mesma linha do primeiro exemplo.

Uma terceira forma de os hackers roubarem dados é bem mais complexa. Trata-se da invasão de servidores (como aconteceu com a PSN alguns meses atrás), tipo de ação em que alguns usuários localizam brechas na segurança dos serviços online para obter acesso a diversas informações confidenciais, como contas e senhas bancárias.

Esse último tipo de ataque é muito mais complexo, mas quando bem-sucedido consegue roubar um volume muito maior de informações. Geralmente são feitos por hackers mais experientes, que conseguem burlar sistemas inteiros para chegar ao objetivo final: dinheiro fácil.

Os testes de verificação
Com números de cartões de crédito, códigos de verificação e senhas em mãos, chega a hora dos hackers testarem a eficiência de seus trabalhos. Para isso são realizadas pequenas transações em lojas online ou mesmo em bancos. Nesse momento, os hackers conseguem saber exatamente se seus roubos foram um sucesso.
Como os hackers do mal podem ficar ricos às suas custas 

Já com tudo verificado, os hackers precisam transformar esses dados roubados em dinheiro de verdade. Para isso, vários desses invasores (que também são chamados de “carders”) encontram-se em mercados negros de informações, onde vendem e trocam dados de usuários com outros hackers.

Nesse tipo de negociação, cartões e senhas já verificados rendem muito mais dinheiro para os hackers, pois isso elimina uma das fases mais complexas do processo, que é a verificação (há mais riscos de rastreio nesse momento). E essa é apenas uma das maneiras de eles ganharem com as invasões.
Impressão de cartões
Depois de conseguir verificar os dados e trocar informações com outros hackers, os bandidos conseguem realizar impressões profissionais dos cartões de crédito. Com impressoras específicas, eles conseguem até mesmo anexar tarjas magnéticas aos cartões clonados, garantindo que eles possam ser utilizados em lojas reais.

Nessa etapa do processo, existem dois tipos de cartão. Os que serão utilizados apenas em compras virtuais (chamados de Track1) e os que podem ser utilizados também em compras em lojas físicas (chamados de Track2), pois confirmam até mesmo os códigos de verificação (que ficam na parte traseira dos cartões comuns).
Como os hackers do mal podem ficar ricos às suas custas 
Contratação de “laranjas”
Os norte-americanos costumam chamar os contratados pelos hackers de “mulas de carga”. Eles são nada mais do que os “laranjas”, ou seja, pessoas que ganham dinheiro para assumir os riscos (e a culpa, caso sejam pegas) das transações com cartões de crédito roubados. Nos Estados Unidos, a maior parte dos aliciados pelos hackers são estudantes de intercâmbio.
Lavando o dinheiro
Grandes quantias de dinheiro podem ser muito mais facilmente rastreadas do que pequenas quantias. Por isso, muitos hackers aproveitam seus “laranjas” para fragmentar o dinheiro roubado. Como isso é feito? Após sacar o dinheiro em vários caixas eletrônicos, eles o depositam em contas virtuais (como PayPal ou e-gold).

Com as transferências concluídas, o dinheiro pode chegar facilmente às mãos das organizações de hackers (que frequentemente estão aliados a outros criminosos). Uma pequena parte desse bolo fica para os “laranjas”, que quando são pegos raramente sabem dizer por qual organização foram contratados.
Como os hackers do mal podem ficar ricos às suas custas 

A parte final da lavagem de dinheiro exige paciência e é completamente realizada pelas “mulas de carga”. Com cartões de crédito roubados (ou com as contas virtuais), os criminosos fazem compras em sites como o e-Bay e, com certa frequência, ordenam que a entrega seja realizada em caixas postais abandonadas.

Depois só precisam buscar os produtos e vendê-los novamente na internet. Dessa vez, utilizam suas próprias contas para que possam justificar a origem do dinheiro ganho com as vendas. Assim encerra-se o ciclo dos hackers, que só param de utilizar os cartões quando eles são bloqueados.
Outras formas de monetização
Ao longo da história, várias técnicas foram utilizadas pelos hackers para a obtenção de dinheiro. Algumas delas ficaram muito famosas por causa da maestria com que foram executadas. É o caso do hacker americano Kevin Mitnick, que criou um sistema para desviar apenas 1 centavo por cada transação bancária realizada em determinado banco. Conseguiu 80 milhões de dólares com a prática.
E os hackers do bem?
Os White hats, ou hackers do bem, podem trabalhar para uma série de empresas. Há os que montam suas próprias agências de segurança digital, assim como existem muitos hackers que prestam consultoria sobre o tema. Em suma, há um enorme mercado que pode ser explorado por quem gostaria de utilizar os seus conhecimentos de programação para o bem.

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O que você pensa a respeito dos crackers ou hackers do mal? Você acha que eles podem deixar de utilizar os seus conhecimentos para roubar dinheiro e começar a proteger a internet? Aproveite o seu comentário para dizer o que faria se tivesse conhecimento hacker.

WikiLeaks publica plano secreto de regulamentação da internet

WikiLeaks publica plano secreto de regulamentação da internet 

Nesta semana, o WikiLeaks tornou a chamar a atenção da mídia de todo o mundo, por conta de um novo documento sigiloso que foi publicado. Desta vez, o arquivo não tem relação com espionagem entre governos, mas diz respeito a um plano secreto que tem o objetivo de regular a internet de maneira mais rígida.

Nós estamos falando da Trans-Pacific Partnership — que em tradução livre pode significar “Parceria Transpacífico” ou ser abreviada como TPP —, iniciativa que já havia aparecido de maneira discreta em outros vazamentos do WikiLeaks. No entanto, somente agora foi possível avaliar a dimensão deste projeto.
Sim, são interesses comerciais...

De acordo com informações de fontes internacionais que tiveram acesso aos documentos, a TPP diz respeito a uma parceria feita entre países banhados pelo pacífico, como Estados Unidos, Chile, Canadá, Peru, Japão, Austrália, entre outros. Além disso, o objetivo é o de regular qualquer tipo de produto com direitos autorais e também a liberdade de expressão dentro da internet.

Ainda segundo os dados transmitidos, toda movimentação é feita de acordo com o interesse de diferentes corporações norte-americanas. Com essa vigilância feita em cima de qualquer tipo de conteúdo, empresas de todos os ramos (inclua até mesmo a Microsoft nisso) podem adquirir vantagens em relação aos seus concorrentes ou controlar a divulgação de seus produtos e serviços.

Outra característica importante que também merece ser citada é o fato de que os Estados Unidos e o Japão são contra o que é chamado de balança de interesses entre companhias e a comunidade. Dessa maneira, a TPP também seria utilizada como ferramenta de vigilância de leis como a polêmica SOPA, por exemplo.

Os resultados podem ser bem negativos
WikiLeaks publica plano secreto de regulamentação da internet 
Assim como citam diferentes sites norte-americanos, os efeitos desse controle da internet poderiam gerar os mais diferentes resultados, como o aumento do preço de remédios para o câncer, competição desleal em diferentes segmentos de mercado, entre outros danos graves, por assim dizer.

Por conta de o vazamento ser recente — ele aconteceu nesta quarta-feira (13) —, os governos dos países envolvidos na TPP ainda não se pronunciaram sobre o caso. Além de tudo isso, caso você esteja interessado em conferir os documentos com seus próprios olhos, clique aqui e acesse a página correta do WikiLeaks (há um link disponível para download).
 

Como usar criptografia de dados para proteger pastas e arquivos

Proteja os seus arquivos

Ainda que o seu computador seja “particular” e ninguém tenha acesso aos seus documentos, você nunca está livre de bisbilhoteiros. Quando você precisa enviar determinado conteúdo pela internet, então, a situação pode ser ainda mais delicada, especialmente se outra pessoa conseguir acesso ao meio utilizado para o envio.

Tutorial de segurança na internet [Parte 1]


Confira métodos de segurança para se proteger de possíveis ataques online

 Grande parte dos usuários da internet não toma medidas preventivas de segurança, até que o antivírus apite indicando algum problema, o que já pode ser tarde demais. Como diz o velho ditado “É melhor prevenir do que remediar”.

Não estamos dizendo que ter um antivírus instalado na máquina não seja importante, o problema é deixar tudo nas mãos de um único software.

Fuja da NSA! O guia completo de proteção online e criptografia

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O mundo foi pego (quase) de surpresa com as notícias de que o governo dos Estados Unidos espiona a vida online de cidadãos de várias partes do mundo, inclusive com a suspeita de que gigantes do setor de tecnologia na internet colaboram com tal prática. De repente, o que parecia uma suspeita conspiratória se tornou fato e ninguém mais se sentiu seguro na web.

Independente dos assuntos que você trata na internet, sua privacidade é algo inviolável e, caso você não seja suspeito de cometer qualquer crime, governo nenhum tem o direito de saber o que você faz com seu PC. Sendo assim, nada mais justo do que ser deixado em paz para usar a rede mundial de computadores.